Marco Aurelio Mello: o Vendido

Aos poucos vamos sendo capazes de detectar os Ministros do STF que Lula e Dilma tem “no bolso”, como foi alegado em uma das gravações. As declarações de hoje do juiz Marco Aurélio Mello deixam bem claro que o Magistrado não tem a menor objetividade e está a serviço do Povo da Estrela Vermelha.

Sua filha tendo sido nomeada desembargadora do TRF-2 pela Presidente Dilma – apesar da flagrante falta de qualificaçōes para isso – o Ministro fez jus ao “rabo preso”, afirmando que o impeachment “pode transparecer como golpe” e que “não resolverá os problemas do país”. Teve ainda a pachorra de declarar que mesmo que o impeachment seja aprovado tanto no Senado quanto na Câmara, Dilma poderia ainda recorrer ao Supremo para anular essa decisão – fato desmentido por inúmeros juristas.

Seguem as pérolas do covarde pau mandado:

— É uma esperança vã, impossível de frutificar. Nós não teremos a solução e o afastamento das mazelas do Brasil apeando (derrubando) a presidente da República

— Após o impedimento, o Brasil estará melhor? O que nós teremos após o impedimento? A situação é diversa de 1992 porque temos dois segmentos que se mostram a essa altura antagônicos e não queremos conflitos sociais. Queremos a paz social

— O ideal seria o entendimento entre os dois poderes como preconizado pela carta da República, pela Constituição Federal, para combater-se a crise que afeta o trabalhador, a mesa do trabalhador, que é a crise econômico-financeira. Por que não se sentam à mesa para discutir as medidas indispensáveis neste momento? Por que insistem em inviabilizar a governança pátria? Nós não sabemos.

— Se não houver fato jurídico que respalde o processo de impedimento, esse processo não se enquadra em figurino legal e transparece como golpe. Agora precisamos aguardar o funcionamento das instituições, precisamos nessa hora de temperança, precisamos guardar princípios e valores e precisamos ter uma visão prognóstica.

— O Judiciário é a última trincheira da cidadania. E pode ter um questionamento para demonstrar que não há fato jurídico, muito embora haja fato político, suficiente ao impedimento

 

Pergunta: o que dizer para essa criatura abjeta e vendida?

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